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Correção de deformidades (Escolioses)

Correção de deformidades (Escolioses)

 

 

A correção cirúrgica de uma escoliose é planejada de acordo com o tipo e a severidade da curvatura apresentada pela coluna.

O objetivo da cirurgia é corrigir a deformidade até o máximo possível e impedir que ela siga aumentando com o tempo.

Atualmente, a maioria das escolioses pode ser corrigida por uma única cirurgia, na parte posterior (de trás) da coluna.

A modelagem da coluna no formato correto é feita através da colocação de hastes, conectadas nas vértebras por parafusos especiais.

Com os materiais mais modernos é bastante comum a correção total das deformidades e, na grande maioria dos casos, não é necessário usar nenhum tipo de colete após o procedimento.

Embora possam ser realizadas em crianças e adultos, geralmente a melhor idade para realização da cirurgia é a adolescência, pouco depois da fase de crescimento acelerado que ocorre na puberdade.

Nesse ponto, a coluna já está madura, mas ainda é bastante móvel, fazendo com que o resultado da correção da curva seja melhor.
As cirurgias das deformidades em crianças e adultos são realizadas sistematicamente por meio das equipes multidisciplinares com ortopedistas e neurocirurgiões.

Esses procedimentos são realizados em hospitais com todos os recursos técnicos para segurança dos pacientes, o que permite ter a máxima eficiência, conforto e bons resultados nessas cirurgias de relativa complexidade.

Quando a cirurgia é recomendável:
Se a curvatura da coluna for maior que 50º (graus), provavelmente continuará progredindo mesmo após o final do crescimento. Isto pode levar à piora da deformidade estética das costas além de afetar a função pulmonar do paciente.

Quadro pós-cirúrgico:
A intensidade de dor após a cirurgia varia de paciente para paciente. Vale lembrar que a cirurgia de escoliose é o maior procedimento que envolve um realinhamento do esqueleto.

Os primeiros dias após a cirurgia são bastante desconfortáveis, mas a maioria dos pacientes melhora rapidamente pelo terceiro ou quarto dia, conseguindo caminhar e levantar-se da cama, permitindo na maioria das vezes a alta hospitalar.

A dor continua melhorando gradativamente. No caso dos adolescentes, a maioria já consegue voltar às aulas após duas (02) ou três (03) semanas depois da cirurgia.

Uma dor fraca pode persistir no paciente, mas após o período que varia de três (03) a seis (06) semanas da cirurgia, o uso de analgésicos já não deve mais ser necessário.